fevereiro 19, 2010 at 2:09 pm (1)

ontem foi um caos, não conseguia postar nada.

demorava horas pra abrir uma página qualquer aqui.

por isso fiquei navegando sites e blogs de outros cantos.

hoje retorno, mas não poderei demorar por aqui, tenho que visitar uma gráfica.

a noite venho postar os escritos da semana que ficaram rabiscados em papeis soltos.

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antes e agora

fevereiro 18, 2010 at 4:25 am (1)

antes eu era Marionilda, agora nova, sou Epamineuda de Assis.

escrevo para desobstruir os caminhos da mente. há dias que escrevo palavras tristes, mas muitos outros escrevo cantigas de ninar um elefante.

eu sou Epamineuda de Assis, nasci da necessidade de um nome invulgar. virei um personagem que não quer abandonar o corpo que habita e invado a vida nos momentos que devia estar ocupada com outras tarefas. como agora, o corpo devia estar a dormir, mas Epamineuda não dorme, ela pensa e escreve, as palavras são cuspidas no teclado ao som de um jazz silencioso.

as palavras vomitam e nessa ânsia se extinguem no som da canção.

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retornando

fevereiro 18, 2010 at 4:18 am (1)

retorno de longa viagem

uma viagem astral, interplanetária.

onde estive?

nalgum planeta desconhecido.

vaguei por dias incontáveis

até conseguir encontrar o caminho de casa.

agora posso me aninhar no canto,

no canto da alegria,

no canto da tristeza,

ao menos estarei no meu canto.

em fim em casa estou novamente.

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calma, paciência!

janeiro 30, 2009 at 12:39 am (dia-a-dia)

qual a dificuldade? confesso que não sei. gosto da aparência desse blog, mas não consigo me adaptar a todos os caminhos do wordpress, socorro! quero apenas colocar uma foto lateral, é a foto do selo da confraria, quero dizer que pertenço a ela, quero me identificar direito.. ah, tudo muito complexo.

jogo de paciência.

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marionilda

janeiro 14, 2009 at 6:21 am (dia-a-dia)

explicando-me:

sou um misto de personalidades. acho que 4, mas a cada momento me surpreendo com outras desconhecidas. acho que sou um caso para os especialistas. mas não me entrego, me escondo dentro da figura roliça e peluda.

pelos, eles me irritam profundamente, se pudesse, num passe, eliminar todos os que existem em meu corpo. uma das personalidades é a marionilda, uma português da roça. gorda e peluda. descabelada, com as saias longas e o avental por cima. avental que serve de abano para seus calores. essa mulher trabalha, ah como trabalha. cuida de casa enquanto marido e filhos ficam a curtir a vida como lhe interessam. mas ninguém pergunta a ela, pobre marionilda, o que ela quer da vida dela. mas de nada adianta perguntar, Deus destinou que a vida dela seria dos outros. servir, servir e servir.

não há vaidade nessa mulher, apenas um pranto esquecido, adormecido nas mãos calejadas.

não há como parar de trabalhar.

é cedo, 5 horas o marido acorda. revira na cama mais um pouco, mas em seguida levanta. coça a barriga, fuxica a barba e resmunga. pega o jornal velho e vai para o banheiro, bate a porta e fica ali fazendo barulhos por meia hora.

impossível dormir. marionilda levanta. é a cozinha que a espera, não há tempo de ir no banheiro se olhar e se limpar. tempo nem espaço, o marido não aceita interrupcões nesse seu momento particular. então marionilda começa a labuta do dia. faz café, esquenta o pão, tira leite da sua fiel confidente, a vaca mimi, que a esta época já está cansada da vida, tal como a marionilda. mesa do café posta, chama os filhos, hora de ir para a escola.

todos sentados a mesa, menos marionilda que serve a todos. incapazes de se levantar para pegar o que querem, todos exigem dela. ela faz, foi acostumada assim. não pensa, pq doi mais, apenas faz.

quando saem para o trabalho, o dia continua, lava roupa, passa roupa, limpa casa. é a velha rotina dos dias e dias de sua vida. almoço, lanche, janta. no final do dia, marido dormindo na sala ao som da tv, crianças cansadas de tanta alegria vivida. à marionilda resta um banho, depois senta na cadeira da varanda, olha as terras e o céu e pensa:

será que existe algo além disso? nunca fui depois daquela árvore do final das terras, o que tem lá. um dia eu vou lá, ah eu vou.

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homenagem

janeiro 14, 2009 at 6:05 am (dia-a-dia)

não posso deixar de fazer uma homenagem.

como o nome do blog é uma referência a Fernando Pessoa, tenho que deixar aqui um pedaço do seu texto…

com sua licença, ai segue:

“o peso de sentir! o peso de ter que sentir!”

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sejam bem vindo.

janeiro 14, 2009 at 5:58 am (dia-a-dia)

olá, primeiro post!

bem, ainda estou entendendo o funcionamento do wordpress, vamos ver se me adapto bem.

se, tudo der certo migro do blogspot pra cá.

enfim, este é um post de boas vindas a quem acessar.

fiquem bem, pq eu estou desassossegada, como sempre.

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